Quem te destruiu Maio
Que nasceste nesta meia-noite
E morreste neste mesmo instante?
Maio primeiro
Já não és nada
Morreu contigo o homem que não te sente
Não te reconhece!
Que vozes farás ouvir hoje
Senão aquelas que têm força para deturpar
Para te ignorar?
Vive em nós, Maio
Em todas as primaveras
Alegre e justo
No reconhecimento de quem te fez nobre e verdadeiro
Na luta de muita gente que quis vencer
Pela criação, pela força e pela coragem
Marinha Grande, 1 Maio 1977 (0 horas)
Madalena
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