Eu gosto de xadrez e um dia resolvi levá-lo para a escola.
É um jogo dinâmico, acessível a todos... os que jogam mais e os que jogam menos... os que são mais expeditos e os que são menos. De qualquer forma, é um jogo que ajuda a pensar, ensina a calcular ações e a medir consequências dos atos praticados.
Curiosamente, alunos com 6 e 7 anos assumem-no de uma forma tranquila, identificam-se facilmente com o movimento de cada peça e jogam a sério. Inicialmente são muito rápidos a jogar, muito mais preocupados com o ataque, depois começam a criar a imagem mental de possíveis movimentos e mais tarde a equacionar estratégias.
Em aulas tão ativas quanto enriquecedoras, mais difícil direi eu, é acompanhar uma turma inteira com doze ou treze tabuleiros ao mesmo tempo. Só mesmo com muito carinho e na desportiva.
Dinamizar na escola a prática do xadrez, não sendo caro, constitui um serviço à cultura e à ciência, o que significa "pensar grande".
Madalena
Madalena
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