quarta-feira, 9 de março de 2011

Simples e banal

Espreito o sol
e lavo meus olhos com luz da madrugada.
O verde pálido dos ramos embrulhados na névoa branca fresca e doce
parece esconder a sabedoria e a verdade.
Se dúvida houvesse,
força, ânimo, determinação
gastar-se iam no silêncio...
Assim, subo nas cores desta aurora que fazem o arco-iris,
balanço e danço.
Falo aos fios de luz
que sou simples e banal...
ligo-me, crio, acerto e prendo cada fio.
E em cada fio há musica
que ouço, canto e amo porque ela é Deus...
E sem me perder, contemplo uma floresta inteira na caminhada matinal.
                                                                                    Madalena

2 comentários:

Madalena disse...

Mais poema meu...

Unknown disse...

Madalena,
Tem de continuar a escrever e a pensar em publicar.
beijinhos
Isabel